
O livro que você quer escrever precisa de um começo
Um convite para tirar o livro da cabeça e começar a escrever. O curso oferece orientação para definir o projeto, organizar os capítulos e desenvolver a própria voz.
Todo livro que você ainda não escreveu continua esperando por você
Imagine a cena. É domingo à noite. Você abre o documento onde o livro "mora", lê o título provisório, escreve duas linhas, apaga uma e fecha. De novo.
A história está ali. Sempre esteve. O que falta não é talento. É um mapa.
Quem sai de viagem sem mapa não chega mais devagar: não chega, porque a cada curva volta ao ponto de partida. É assim que muita gente vive com um livro dentro de si por anos.
Existe um jeito de sair do ponto de partida em quatro sábados.
O custo de continuar na cabeça
Vale encarar o que está em jogo. Um livro que não sai da cabeça não fica neutro: ele vira aquela história que você sabe que poderia ter contado. Uma memória que ninguém vai ler. Uma ideia que outra pessoa vai publicar antes.
Não é falta de disciplina. Ninguém te ensinou por onde começar. Não é culpa sua.
E existe o medo moderno: "se eu usar IA, meu texto vai sair com cara de máquina, e eu perco a minha voz". Esse medo é legítimo, e o curso o trata de frente.
O que muda quando você tem um mapa
Imagine, daqui a um mês, no mesmo domingo à noite.
Você abre o documento e não encontra uma página em branco. Encontra:
Um projeto definido: a história, para quem ela é e o que o leitor leva ao terminar.
O mapa do livro: a sequência dos capítulos, para você saber onde está e para onde vai.
O primeiro capítulo trabalhado: com o tom e a voz que o resto do livro vai seguir.
Um plano de continuidade: o que fazer na semana seguinte e na outra.
Em vez de recomeçar, você continua. Esse é o ganho: sair da fila dos que "um dia vão escrever" e entrar na dos que estão escrevendo.
Quem vai caminhar com você
Um mapa é tão bom quanto quem o desenhou.
Sandro Bier é editor há mais de 20 anos. Olha para originais de fora, que é exatamente o que você não consegue fazer com o seu próprio texto. No curso, ele conduz o trabalho ao lado de Solano e de Mateus Alves.
Você não vai ouvir só teoria sobre escrever. Vai trabalhar o seu projeto com quem vive de livros.
E a IA, nessa viagem?
Pense na IA como o GPS: ajuda a achar o caminho, mas não dirige por você e não escolhe o destino.
O curso trabalha escrita criativa e storytelling com apoio de IA, e o livro continua com a sua voz. Por isso mesmo, ele não é para quem quer que a IA escreva o livro no lugar dele.
O que a gente não promete
Em quatro sábados, não dá para terminar um livro. Dizer o contrário seria o tipo de promessa que você já ouviu e não acreditou.
O livro inteiro leva mais que quatro sábados. O que quatro sábados entregam é o que mais trava a maioria: o começo, bem feito, com direção.
E um aviso honesto: fora dos encontros há tarefas, cerca de 11 horas no total. Se não consegue reservá-las, este não é o momento. Dizer isso agora é mais barato do que descobrir depois.
Como funciona
Formato: Ao vivo e online, pelo Google Meet
Datas: Sábados, 7, 14, 21 e 28 de novembro de 2026
Horário: Das 8h às 12h (16 horas de curso)
Investimento: R$ 499
Garantia: 7 dias a contar da compra
Inscrições até: 6 de novembro, às 23h59
Esta é a primeira turma. Isso significa um grupo menor, retorno direto dos professores e a chance de moldar o curso com a gente. Quem entra agora não é número: é quem ajuda a construir.
Sem risco para tentar
Se, nos primeiros 7 dias a contar da compra, você sentir que o curso não é para você, pode solicitar o reembolso dentro desse prazo.
Para quem é (e para quem não é)
É para você se tem uma história, sua ou inventada, quer escrever com a própria voz e consegue separar cerca de 11 horas para as tarefas.
Não é para você se espera que a IA escreva o livro por você ou se não tem esse tempo agora.
O domingo à noite pode ser diferente
Em 6 de novembro, às 23h59, as inscrições se encerram, e a turma começa no dia 7. Quem entrar já tem o primeiro sábado.
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Sete dias de garantia. Quatro sábados. Um livro que sai do lugar.